domingo, 9 de setembro de 2007

Costuro o infinito sobre o peito. E no entanto sou água fugidia e amarga. E sou crível e antiga como aquilo que vês: Pedras, frontões no Todo inamovível. Terrena, me adivinho montanha algumas vezes. Recente, inumana, inexprimível Costuro o infinito sobre o peito. Como aqueles que amam."
Hilda Hilst

Um comentário:

Ailton Pereira disse...

Muito bonita essa metáfora do infinito...